
Dos pomares ricos em fruta ou campos férteis de onde provêm uma diversidade de legumes até ao trabalho duro de centenas de pescadores, os produtos chegam frescos e apetecíveis ao Mercado do Livramento. A 31 de julho de 2026, faz 150 anos que o então presidente da autarquia, António Rodrigues Manito, cortou a fita daquele que é hoje um dos ex-libris turísticos da Avenida Luísa Todi. Ao longo dos anos, o edifício foi alvo de sucessivas remodelações e o atual espaço composto por 5700 azulejos data de 1930. Entre horários exigentes e trabalho intenso, os vendedores deste lugar intemporal garantem o sustento diário em bancas cheias de peixe, fruta e legumes. Mais do que um local de comércio, o mercado reflete a resiliência de quem ali trabalha. Uma reportagem fotográfica de Carolina Caleira.






